Alguém dizia: “não pensei que me fosse afectar dessa maneira”.
Confesso que, quando ouvi pela primeira vez, nunca pensei que me fosse realmente afectar dessa maneira!
A música é fantástica! Tem inúmeras características que todos conhecemos e não será necessário enumerar. Aquela que me mais me interessa é o facto de juntar pessoas. Tem acontecido ao longo dos anos e continua a acontecer, a grande ou pequena escala.
As canções são como as pessoas. Todas diferentes, mas todas iguais. Umas gostamos muito, outras não podemos sequer ver à nossa frente. Umas têm características que as tornam especiais, únicas, e nos afectam de maneira inesperada, com consequências imprevisíveis, outras, são desinteressantes e vazias de conteúdo, no entanto, continuam a ter a sua importância, não para mim, para ti, para outros.
São insubstituíveis.
Esta heterogeneidade, que se aplica constantemente na nossa vida, tem poderes incríveis que afecta toda a gente de maneiras diferentes.
Teria Ricardo Reis razão? Sinceramente, acho que não.
Através de John Cage entendi finalmente porque é que não consigo ouvir aquele que para mim é um dos melhores álbuns de 2006 e talvez um dos melhores de sempre (musical ou espiritualmente). Apesar disso, continuo a achar que um som pode mudar o futuro. Seja ele qual for e de quem for.
A+B= ??
Tenho de reconhecer, nunca pensei que me fossem afectar dessa maneira. Nunca pensei que um dia me fizessem cair, rastejar, suplicar…
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