lunedì 17 dicembre 2007
sabato 15 dicembre 2007
mercoledì 5 dicembre 2007
Não chovia
Não chovia. Apenas pontuais raios de sol rasgavam o céu, numa timidez que faziam prever um desfecho cinzento e molhado… voltava das suas viagens.
No bolso trazia algumas moedas, as quais iria certamente guardar, para um dia mais tarde olhar para elas e recordar as histórias que estas escondem. Na alma trazia a felicidade, e a satisfação de ter contemplado as mais belas paisagens que alguma vez vira. Paisagens estas que levam a imaginação do homem para além das montanhas que as definem. De tal modo coloridas que se confundem com a palete de um pintor.
A viagem fora longa, mas a chegada à estação central da sua cidade, iluminou-lhe o sorriso. Sentia-se pronto para outra.
Para trás, ficaram horas de viagem a ouvir musica e a contemplar como a paisagem muda, ora cidade, ora campo, ora estação. O frenesim de entradas e saídas interrompia o silêncio pautado pelo rolar das carruagens rumo a Manchester.
Era tarde. O tímido sol escondia-se no horizonte.
Apressou o passo rumo a casa. Alguém o esperava. Deambulou pelas ruas seguindo para poente, chocando ocasionalmente com a multidão que se dirigia no sentido oposto, procurando apanhar o próximo comboio rumo a… sei lá.
Para trás ficam as saudades de um dia bem passado… as gargalhadas… as histórias… os
olhares.
Continuou a deambular. Estava mais próximo de casa… quando a viu. Por detrás do vidro sujo da vitrina da florista, um sorriso resplandecente iluminava o rosto de uma rapariga. De uma beleza simples, ocultava o seu corpo com um avental a dizer “ flowershop”, e por debaixo do seu chapéu, duas curtas e loiras tranças, dançavam ao ritmo do canto das flores.
Entrou. O seu sorriso assaltou-o de rompante, aquecendo-o do frio que se fazia sentir no exterior.
Não hesitou e comprou uma flor…
No bolso trazia algumas moedas, as quais iria certamente guardar, para um dia mais tarde olhar para elas e recordar as histórias que estas escondem. Na alma trazia a felicidade, e a satisfação de ter contemplado as mais belas paisagens que alguma vez vira. Paisagens estas que levam a imaginação do homem para além das montanhas que as definem. De tal modo coloridas que se confundem com a palete de um pintor.
A viagem fora longa, mas a chegada à estação central da sua cidade, iluminou-lhe o sorriso. Sentia-se pronto para outra.
Para trás, ficaram horas de viagem a ouvir musica e a contemplar como a paisagem muda, ora cidade, ora campo, ora estação. O frenesim de entradas e saídas interrompia o silêncio pautado pelo rolar das carruagens rumo a Manchester.
Era tarde. O tímido sol escondia-se no horizonte.
Apressou o passo rumo a casa. Alguém o esperava. Deambulou pelas ruas seguindo para poente, chocando ocasionalmente com a multidão que se dirigia no sentido oposto, procurando apanhar o próximo comboio rumo a… sei lá.
Para trás ficam as saudades de um dia bem passado… as gargalhadas… as histórias… os
olhares.
Continuou a deambular. Estava mais próximo de casa… quando a viu. Por detrás do vidro sujo da vitrina da florista, um sorriso resplandecente iluminava o rosto de uma rapariga. De uma beleza simples, ocultava o seu corpo com um avental a dizer “ flowershop”, e por debaixo do seu chapéu, duas curtas e loiras tranças, dançavam ao ritmo do canto das flores.
Entrou. O seu sorriso assaltou-o de rompante, aquecendo-o do frio que se fazia sentir no exterior.
Não hesitou e comprou uma flor…
domenica 2 dicembre 2007
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