"O terceiro gostava de escrever, condição natural que o impedia de fazê-lo sobre si próprio."
Não, nós não nos esquecemos... o próprio não o pode fazer, mas nós podemos...
Chegou a altura de falar daquele que podem ver na nossa fotografia de entrada do blog... não é o primeiro, nem o segundo, como o próprio disse é o terceiro, da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita...
“Nasceu a 7 de Julho de 1986 (…) passado alguns anos, em 2007, foi fazer erasmus em Milão, local para onde levou também o seu filho Mac que ao contrário da maior parte das crianças, era esta que o mantinha entretido. Através dele, “o terceiro” ouvia o seu jazz enquanto ocasionalmente tinha de trabalhar.
Ficou conhecido, na sua passagem por Milão como o chefe de cozinha com os pratos mais elaborados, onde se destacam o ensopado de borrego ou o coelho frito, também devido ao facto de ser um exigente apreciador de comida e bebida.
Dedica grande parte do seu tempo relacionando-se com a arte, seja através da música, da literatura, do cinema ou da arquitectura, entre outras. E devido ao facto de ser um grande admirador da sétima arte, fez com que se tornasse mais recentemente num dos principais produtores e realizadores de curtas-metragens da famosa zona de San Babila, que poderão ser vistas por qualquer um na internet.
“O terceiro”, segundo alguns amigos próximos, é o génio da comedia, e está sempre disponível para animar uma conversa e provocar grandes gargalhadas nas pessoas á sua volta, disparando um pouco do seu veneno em todas as direcções. Quem o conhece diz que nunca o viu realmente chateado…
Tem uma personalidade muito forte que por vezes cria situações de colisão com diversas pessoas, desde colegas a professores, mas que por outro lado estabelece relações de maior confiança e amizade com as pessoas mais próximas.” *
*- Texto retirado da Wikipédia
Iscriviti a:
Commenti sul post (Atom)
1 commento:
Muitas pessoas têm tido vidas cheias de medos. O medo domina muitas das nossas experiências de vida. Aprendemos a ter medo desde crianças. Fomos ensinados pelos nossos Pais e pelo ambiente que nos rodeia a ter medo de coisas.
Aprende-se a ter medo de coisas de que os nossos Pais temem. Do que as nossas famílias, do que as pessoas que nos rodeiam na nossa cultura e no nosso país temem. Começamos a ter medo de coisas, quer tenhamos uma razão directa ou não para o ter. A razão para o nosso medo de coisas é por causa do medo de outros. Assumimos que se têm medo nós também deveremos tê-lo.
Felizmente há uma crescente maioria de gente que se vai divorciando dos sentimentos de medo dos que os rodeiam, porque sentem o impacto negativo que tem sobre as suas vidas e não o querem. Vão substituindo a experiência dos outros pela sua própria experiência. No fundo a nossa experiência de vida deriva de um de dois conceitos: medo ou amor.
À medida que vamos explorando esta questão, constatamos que o primeiro passo para uma “troca” de atitudes entre o medo e o amor é considerar que ambos são o mesmo, vividos simplesmente a níveis diferentes de sensações.
Vou tentar explicar o quero com isto dizer.
Tomemos o exemplo do quente e do frio. À primeira vista parece-nos que são coisas distintas. Podemos mesmo falar de coisas opostas. E, em termos estritamente humanos podemos achar que assim é.
Mas na verdade, frio e quente é a mesma coisa somente sentida a diferentes níveis. Estamos a falar de uma realidade chamada temperatura. Esta realidade pode ser sentida de muitas maneiras diferentes dependendo da sua sensação.
“Frio” é uma sensação consequência de uma temperatura a um determinado nível. “Quente” é uma experiência de uma temperatura a um nível oposto. Nada mudou excepto a sensação. Quanto mais elevada é a sensação mais quente é a experiência de uma coisa chamada temperatura.
Assim, creio que o mesmo se passa com uma coisa chamada Vida. Vivida a um certo nível de sensações fracas, a Vida apresenta-se-nos envolta em medos. Se for vivida a níveis elevados de sensações, trata-se de uma Vida vibrante de amor. A Vida em si é só uma única coisa. No entanto sentimo-la distinta a cada momento dependendo do nível que utilizamos para a viver. Porém, uma das coisas positivas da Vida é podermos ter o controlo sobre o mecanismo pelo qual decidimos por que nível optar. Podemos seleccionar uma “temperatura emocional” bastante arbitrariamente! Fazemo-lo através do mecanismo do pensamento, da palavra e das acções.
Quando pensamos em termos de amor, o manifestamos e actuamos da forma como o amor se exprime, transferimos uma sensação para uma determinada pessoa, lugar ou coisa. Alteramos a nossa percepção e por consequência a nossa experiência sobre essa pessoa, lugar ou coisa.
Posta un commento